ser gay é complicado, ser fudido é complicado e viver no capitalismo sendo fudido complica pra caralho as nossas relações. "baby" tem muito em comum com "'corpo elétrico", não só por ambos terem o mesmo diretor, mas pela captura do cotidiano queer urbano em meio às mazelas e violências que marcam nossas escolhas. vejo em baby um filme mais maduro, onde as intersecções de classe e raça são mais marcadas, mais complicadas e mais interessantes. em meio à dureza da vida, em meio a escolhas que não parecem escolhas, o prazer persiste como algo inerentemenente humano. lindo filme.














