Η Άιριν Βάγκνερ, σύζυγος ενός διακεκριμένου Γερμανού επιστήμονα, διατηρεί έναν παράνομο δεσμό. Όταν μια εκδικητική γυναίκα μαθαίνει για την απιστία της και αρχίζει να την εκβιάζει, η Άιριν βυθίζεται σε έναν εφιάλτη ψυχολογικού τρόμου και αγωνίας.
STARRING: A MIRROR INTO THE SOUL OF INGRID BERGMANAnother joint between Rossellini and Bergman, and probably my least favorite of their collabs. By this point the novelty of them doing these psychological dramas together is wearing off; I am less enjoying them and more intrigued and confused on why they keep doing this sort of film.Now, Roberto does a nice job creating this sense of unease, solid tension and things you may expect from a movie with noir elements through the camerawork and the score. It aIt also helps that Bergman continues to deliver a powerful performance, skillfully conveying so much through her expressions, even though it often feels like she's performing on autopilot.n so, she’s still great, which I guess speaks more about her talents than anything else.All in all, it has its good things going for it and it's not a chore or boring but personally, comparing it to and having seen their other works together, this one seems like the magic is starting to get lost for me.STARRING: A MIRROR INTO THE SOUL OF INGRID BERGMANTODAY SCHEDULEFearPackage TourEverlasting MomentsThis is Christmas
Richard Chandler3.5
"She must be punished for her obstinate refusal to confess."Loosely based on the 1925 Stefan Zweig novella of same name, Fear (La Paura) is a fairly low-impact 1954 noir that didn't seem to fully stimulate the creative juices of either director Roberto Rossellini or star Ingrid Bergman—which is strange because it taps into the sort of perfidy-based moral censure that dominated Bergman's life when she left her neurosurgeon husband for the Italian auteur in 1950. Bergman stars as a conscience-stricken wife too fearful to confess a past infidelity to her uptight former POW scientist husband, who has recently returned after intensive therapy for what would now be regarded as PTSD. To top it off she's suddenly being extorted by her former lover's former lover, or so she thinks at least. A satisfying twist then gives way to a somewhat unconvincingly tender resolution. Still my principal objection is to the exhaustive narration track. Actual sample: "Almost unconsciously, I looked for the letters Enrico had written to me. There they were, just where I had put them. I picked them up. I looked through them. I read a few words…"While by Rossellini's standard it may not be the most inspired production, Fear is nonetheless sturdily executed and impressively streamlined at a tight seventy-eight minutes. Also worthy of note: in the version hosted by the Criterion Channel, the dialogue is delivered in Italian, though Wikipedia claims the film was initially released in German and English versions. Additional points for Renata Mannhardt's spirited turn as a jilted blackmailer.Some stray notes:-I'M NOT AS FREE AS I WAS BEFORE-NOW THE COLLAPSE BEGINS-ONE POISON CAN CANCEL ANOTHER-IT'S A CORDIAL FRIENDSHIP DUE TO COMMON ARTISTIC INTERESTS-GIRLS DON'T PLAY WITH RIFLES-THAT SHAMELESS BITCH WON'T STOP ASKING ME FOR MONEY!-PAIN HAS LITTLE IMPORTANCE IN THESE CASES-NOW ENJOY THIS GAME YOU'VE CREATED
Bruno Andrade5.0
Daqui:Rossellini foi antes de tudo e acima de tudo um formalista, um esteta que substituiu as palavras forma e estética pela palavra ciência (que é a mesma coisa). O problema dele não era com o formalismo, era com uma tendência bastante italiana, que mais tarde tornou-se mundial, de empoleirar-se na parte decorativa da composição da/pela/com a forma, assim como não era com a estética mas com a parte mais cosmética, no limite supérflua do estético. Rossellini não é o primeiro cineasta moderno (foram os Lumière), mas ele foi talvez o primeiro cineasta a colocar e no limite impor os problemas condicionantes do cinema como arte moderna, no sentido de que a formulação que ele dava ao seu cinema e ao cinema de um modo geral não bastavam nem se autobastavam (a trajetória estético-filosófica do Rossellini é toda feita de sucessivas contradições e complementações), e por isso mesmo exigiam a contribuição e subsequente ação (linguística, intelectual) de uma crítica cinematográfica levada à sua idade adulta, ela também moderna.--------------------Um filme como La paura, um dos pontos culminantes da arte do Rossellini, seria o quê sem todo o caligrafismo italiano, toda a incorporação do expressionismo?O pensamento real sobre a arte do Rossellini e consequentemente sobre o neorrealismo tem que partir daí, deste ponto.--------------------Formalista e esteta a tal ponto que o único cineasta italiano que podia fazer frente ao Rossellini nesses aspectos se chamava Vittorio Cottafavi. Cuja trajetória artística, não coincidentemente, correu quase que em paralelo à de Rossellini.--------------------E mais uma vez, como no texto sobre I vampiri, a palavra final fica com Lourcelles:Entre L’arrivée d’un train en gare de La Ciotat de Lumière e, digamos, o fim dos anos 1950 (Psicose, Pickpocket), é possível considerar o conjunto do cinema de ficção como se se tratasse de um único filme. E esse filme - hoje todos estão de acordo - foi admirável. Durante os anos 1960, um segundo filme começou, que não me diz respeito comentar aqui, e a questão que se coloca agora, a qual também não me diz respeito responder, é de saber se hoje (2005) nós ainda estamos nesse segundo filme ou se um terceiro começou sem que tenhamos nos dado conta; nós sem dúvida teremos a resposta em 20 ou 30 anos.Voltemos agora ao primeiro filme, àquele cuja riqueza se tornou uma evidência para todos. Um crítico (que eu não nomearei para não colocá-lo inutilmente em contradição consigo mesmo) me disse há alguns anos: “Após 1960, o cinema poderia ter parado sem danos. Ele havia produzido obras-primas para mil anos.” Esse primeiro filme foi ao mesmo tempo prodigiosamente diversificado e prodigiosamente coerente. Durante a maior parte dos anos 1950 (ou seja, por volta da conclusão desse primeiro filme), sua coerência foi tal que o que unia os maiores filmes do período parece ser quase mais criativo e mais precioso que o que os separa.O que os une? Uma qualidade perturbadora (justamente porque ela lhes é comum) e que poderia ser chamada de abstração, despojamento, aridez, austeridade, pouco importa o termo. Em todos, uma voz rouca de uma sonoridade amena, sóbria e desconcertante nos fala. Uma luz crepuscular os ilumina em um além da virtuosidade que, tendo alcançado uma espécie de cume insuperável, parece se negar a si próprio. É possível encontrar tudo isso - e para situar o fenômeno no seu mais alto nível eu citarei apenas alguns títulos - em La paura (Rossellini), Nightfall (Tourneur), Beyond a Reasonable Doubt (Lang), The Wrong Man (Hitchcock), Ordet (Dreyer), The Quiet American (Mankiewicz) e... o filme que nos ocupará esta noite, todos filmes que tornam desnecessário sublinhar a disparidade de inspiração, de matéria, de tema ou de visão de mundo. Mas todos falam nesse momento a mesma língua límpida e depurada, condensada e direta, e quase funcional. É a língua das últimas palavras, aquela que - paradoxalmente, visto que aqueles que a empregaram renunciaram a todo esforço de convencimento - torna o seu assunto por vezes enigmático. Todos praticam a arte sutil de desconcertar seus mais fiéis admiradores.
More like this
Συχνές ερωτήσεις
What is Fear about?+
The story follows Irene Wagner, an unfaithful wife who finds her life unraveling when a jealous stranger begins blackmailing her over an extramarital affair.
Who directed Fear?+
It was directed by Roberto Rossellini, the influential director who helmed a series of collaborations with Ingrid Bergman during the 1950s.
Is Fear based on a book?+
Yes, the film is loosely based on a 1925 novella of the same name by author Stefan Zweig.