At the stage, all drama is comedy and all comedy is drama. Delightful and sad in equal measures. A key look at what actors and theatre mean to Renoir and one of his movies the better solve the geometry of multiple desires that is often at the center of his more theatrical films.
Sendo bem sincero, o antiformalismo que tem sido reivindicado por uma galera que apareceu por aí nos últimos anos, que só fala das coisas em termos de "elegância", "luxo", "leveza", "vida", "prazer" (como se essas coisas fossem incompatíveis, antônimos mesmo das práticas formalistas; como se não fossem, no interior de um filme, qualidades da forma desse filme), uma galera que de repente surge do nada já equipada com uns nomes do cinema clássico que foram convenientemente transformados em medalhões desses valores - Grémillon, Cukor, Lubitsch, Renoir, Hawks -, apesar dos ares de quem atenta contra modelos estagnantes e tenta ser novo, é a coisa mais batida, banal e corriqueira no panorama dos dias que correm. Esse antiformalismo nada mais é, no contexto da reflexão e da apreciação das artes, que o parente de todas as tentações e todas as tendências anticientíficas desta época; ele é apenas o desdobramento e a confirmação da presença destas no campo da análise e da reflexão crítica, além de um sinal mórbido de preguiça e acomodamento. É o tipo de coisa que nem mereceria qualquer comentário, muito menos uma discussão, mas como inúmeras coisas desse tipo acaba sendo comentada e discutida hoje.(o curioso é que esse antiformalismo acaba convergindo com o formalismo enviesado de um crítico como o José Lino Grünewald, que tinha no Renoir e no Rossellini suas bestas negras precisamente pela miopia que o fazia ver nos seus filmes apenas a manifestação de um realismo indomado avesso à cristalização das formas)De resto, a ingenuidade que faz com que se creia que a vida que se vê manifesta numa obra de arte (essa vida que parece irromper da tela e chegar diretamente a nós nos grandes filmes) é a mesma da vida vivida poderia até ser compreensível e mesmo aceitável, mas unicamente nos seguintes termos: por mais que essa vida que vemos animada nas personagens seja inspirada pela vida vivida, com todas as suas contingências, todos os seus trânsitos, todos os seus transtornos, a vida que chega a nós de um filme, essa vida que pode inclusive ganhar os contornos de um "sentido da vida" na duração de um filme, é produzida pela arte e com os meios da arte.
I too fell in love with Anna Magnani, whose appearance and talents lie somewhere in the middle of an imagined spectrum between Meryl Streep and Julia Louis-Dreyfus. Glad the random number generator brought me here because it’s not a title/synopsis/time period I would have leapt for. Jean Renoir brought such an ease to this dramatic comedy that explores class and the theatre. I love when the lines between art and reality are blurred within art. *Adds more Magnani and Renoir to watchlist* “I must understand. I'm absolutely sincere in life and on the stage. Then why do I succeed on the stage and destroy everything in my life? Where is truth? Where does the theater end and life begin?Up next: The Great Silence (1968), which will be I think my first spaghetti western actually in Italian.