Indicado três vezes ao Grammy Latino, Rubel promoveu nos últimos dez anos experimentos entre a MPB e variados gêneros como o Samba, o Pagode, o Rap, o R&B, costurando o diálogo e a parceria com Gal Costa, Milton Nascimento, Xande de Pilares, Emicida, MC Carol, BK’, Gabriel do Borel, Adriana Calcanhotto, Anavitoria, Tim Bernardes, Mestrinho, Liniker, Luedji Luna, Marina Sena. Seus quatro discos marcam a identidade do compositor como contador de histórias, que encontra na palavra seu instrumento mais afiado. Identificado também com o toque do violão, Rubel transita ora entre a intimidade de arranjos crus, que ressaltam a sensação de proximidade do seu canto, ora por produções elaboradas, experimentações eletrônicas, arranjos de cordas, metais e big bands, que reafirmam sua curiosidade e inventividade estéticas. Com alguns pontuais hits que perfuram a bolha da cena independente, e o fazem encostar no mainstream, sua carreira, no entanto, é ancorada por uma sólida base de fãs que acompanha fielmente a narrativa interna de cada disco, e a evolução entre as fases - um mosaico de músicas com caráter cinematográfico, construções de histórias, personagens e paisagens sonoras. Seu ultimo disco, “Beleza. Mas agora a gente faz o que com isso?” retoma a estética íntima do início de sua carreira, dessa vez acompanhado por uma orquestra, e aprofundando a relação com o canto, a palavra e o violão.

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Rubel plays contemporary MPB (Música Popular Brasileira), blending traditional acoustic folk, samba, and lush orchestral arrangements.
Rubel is from Rio de Janeiro, Brazil.
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